Consultora de viagens
Alexandra Rufino
Planeio viagens à medida. Uma de cada vez, com o tempo que cada uma precisa.
Sou consultora de viagens independente e trabalho em parceria com a agência Uma Família em Viagem. Na prática, isso significa que do seu lado tem uma pessoa só, com tempo para pensar a sua viagem, e por trás uma estrutura com acesso a operadores, tarifas e garantias que uma pessoa sozinha não teria.
A pessoa com quem fala na primeira conversa é a mesma que desenha a viagem, trata das reservas e atende o telefone se alguma coisa correr mal a meio do caminho. Não anda de mão em mão nem tem de repetir a sua história a cada contacto.
Não tenho balcão nem montra. Tenho tempo para perceber o que cada família, cada casal ou cada grupo procura e uma teimosia grande com os detalhes que fazem a diferença entre uma viagem boa e uma viagem que se recorda durante anos.
Sou licenciada em Psicologia e, ao longo da minha vida, aprendi que saber ouvir é tão importante como saber aconselhar. Essa formação ajuda-me a compreender que não existem duas viagens iguais, porque não existem duas pessoas iguais.
Ser mãe de dois filhos e, hoje, avó, reforçou ainda mais essa forma de estar. Sei que uma viagem não é apenas um destino. São momentos partilhados, memórias que ficam e histórias que passam de geração em geração.
Não sou eu que ando sempre em viagem, são os meus clientes. O que sustenta o que recomendo é outra coisa: a rede de parceiros locais em cada destino, os operadores com quem trabalhamos há anos e o que me contam as pessoas quando regressam. Quando não conheço um sítio em primeira mão, digo-o, e vou perguntar a quem conhece.
No fim, aquilo que mais me importa não é vender uma viagem. É que regresse a casa com a sensação de que tudo correu como esperava, ou até melhor do que imaginava, e que, quando pensar na próxima viagem, saiba que tem alguém em quem pode confiar.
Como trabalho
Digo que não
Se a viagem que imagina não cabe no orçamento que tem, digo-lhe na primeira conversa. Prefiro perder um cliente a entregar uma viagem má.
Não trabalho por catálogo
Nenhuma proposta que envio é um documento reaproveitado. Se fosse, não valia o tempo de ninguém.
Fico até ao fim
O trabalho não acaba quando a reserva é feita. Acaba quando chega a casa e me diz que correu bem.
Falamos?
A primeira conversa é gratuita e serve para perceber se faz sentido trabalharmos juntos.